quarta-feira, 26 de maio de 2010

Aviso

Como a maior parte de vós, também eu recebi de prenda, em tempos, um quadro com um texto que contém a definição do meu nome. A definição resumia-se, basicamente, ao seguinte: Luis - Chlodowig - Glorioso Guerreiro.

Hoje, ao descobrir que os meus amigos Abel e Rita vão ter um Gonçalo, decidi que seria altura de saber mais sobre o meu segundo nome. E eis que, após pesquisa no google, me surge o seguinte:

Gonçalo - Gunthi all vus - Homem disposto para todo o tipo de luta, ou dito de forma mais simples, guerreiro.

Com isto, penso que não será preciso dizer mais nada. Aliás, nem quero aprofundar o conhecimento acerca dos nomes "Gaspar" e "Pedreira" que é para não vos assustar mais.

Fiquem apenas com a noção de que eu sou um Guerreiro a dobrar e pensem duas vezes antes de me atacar. Mesmo que eu vos provoque numa noite de bebedeira chata, a chamar-vos nomes feios e a gozar com a roupa que trazem vestida.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Pumba!

Que eu adoro o meu cantinho barrosão, ninguém tem dúvidas. E quem tem, é burro.

Mas há coisas em Lisboa que me fazem ver com bons olhos esta aventura cá pelo sul.

Veja-se o meu fim de tarde, depois de sair do trabalho, por volta das 18h:

Apanho o metro de Cabo Ruivo até à Alameda e, quando me vou a dirigir à linha verde, sou interpelado por uma gentil donzela que, enveredando um traje de publicidade de uma conhecida marca de margarinas, me oferece um papo-seco barrado de BECEL e um iogurte BECEL PRO-ACTIV com sabor a tangerina. Fresquinho. E o iogurte também. Espectáculo.

Sigo para a linha verde e, uma vez chegado ao Cais do Sodré, já a caminho do comboio, surgem duas individualidades femininas enveredando um traje de uma conhecida marca de cervejas e me oferecem um copo de SUPER BOCK Maçã! Ok, era sem álcool. Mas também estava fresquinha! Em três goles foi-se. E eu todo contente...

Chegado a Algés, eis que desafio o meu primo Carlovski (a.k.a. Nica) a uma caracolada acompanhada de cerveja à séria. E não é que ele aceitou?!...

Pumba! Fim de tarde perfeito.

Não é que não haja fins de tarde destes em Montalegre, porque sei bem que os há!

Apenas quero que fique registado que por aqui também não se 'tá mal...

terça-feira, 18 de maio de 2010

Às escondidas

É notícia de capa em muitas revistas e alguns jornais: Yannick Djaló e Luciana Abreu deram o nó.
Num evento de alto secrecismo, os dois conhecidos rostos da alta sociedade portuguesa casaram-se e assumiram o amor profundo que os une.
Fico muito feliz por esta união, especialmente pelo facto de Pedro Pinto poder, agora, ser devidamente perfilhado e integrado no agregado familiar.

Aos que não sabem quem é Pedro Pinto, informem-se. Vale a pena.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Teoria da Relatividade

Há coisas que se tornam relativas com uma simplicidade impressionante.
Nós, portugueses, sabemos bem que os pilares da nossa vivência são, essencialmente, Religião, Fado, Futebol e Gastronomia. A ordem é indiferente, varia consoante a pessoa. Mas esta é uma mescla que nos identifica em qualquer parte do mundo.
Porém, é notável a relatividade que cada um deles pode ganhar quando um outro se sobressai.
Por exemplo:

Benfica Campeão Nacional 2009-2010!!!... Ah, e amanhã vem cá o Papa.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Contra mim falo...

Chegou a altura de fazer um ponto de situação no panorama da música portuguesa. Numa sociedade em que se consomem toneladas de estrangeirices à refeição, deixando o produto nacional para mera sobremesa, torna-se necessário perceber o que se passa com os gostos musicais dos portugueses.

É sabido que, além do "Pimba", da música de baile, de algum fado e de um número de artistas/bandas Pop-Rock que se conta pelos dedos das mãos, a música em Portugal nunca foi uma fonte de rendimento convidativa. Isto deve-se, não à falta de qualidade da música em si (que é e sempre será relativa), mas à preferência do público português pelo que vem lá de fora. Esgotamos Coliseus, Estádios e Pavilhões em concertos de U2, Beyoncé, Metallica, Tokio Hotel, Muse, etc., enquanto que a tarefa de encher o Santiago Alquimista ou outra sala de espectáculos de dimensões simpáticas numa actuação de Tiago Bettencourt, por exemplo, se aparenta hercúlea.

Faça-se agora uma comparação simples com "nuestros hermanos".
As estações de rádio espanholas passam uma média de 80% de música nacional.
As estações de rádio portuguesas são OBRIGADAS POR LEI a passar um mínimo de 25% de música nacional.

Pergunto eu: Até quando?

Até quando vamos dar prioridade à música estrangeira, só porque integra a banda sonora de filmes, de séries ou de novelas que nos bombardeiam a TV?
Até quando seremos capazes de fechar os olhos aos muitos artistas portugueses de valor que há por aí fora?
Até quando vamos contribuir para a descaracterização cultural do nosso povo, que teima em abandonar as raízes, porque são "parolas" e "foleiras"?

A produtora Flor Caveira tem apostado recentemente, e muito bem, em artistas portugueses. Trata-se de estilos alternativos, é certo, mas não deixa de ser, na minha opinião, uma aposta ganha. Sugiro que dêm um ouvido aos seguintes:

B Fachada, Samuel Úria, Pontos Negros, Diabo na Cruz, João Coração.

Depois digam-me o que acham.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Bem...


... acho que esta figurinha explica muita coisa.

sábado, 1 de maio de 2010

Nómada

Terça-feira pelas 19h30 saí de Lisboa em direcção ao Porto. Cheguei ao Porto por volta das 23h30. Na manhã do dia seguinte, às 7h30 Estava a acompanhar uma comitiva EDP numa excursão até Castelo de Bode e Carregado, ou seja, praticamente estava de volta a Lisboa nessa tarde, sendo que pelas 17h30 já estava de malas prontas a dirigir-me para Miranda do Douro. Por terras mirandesas foram dois dias de "passeio" pelas barragens de Picote e Bemposta, sendo que às 18h de ontem me estava a meter no carro em direcção ao Porto.

Hoje estou no Porto, amanhã vou de comboio até Lisboa. E 2ª feira de manhã estou em Mafra a fazer uma reportagem na Biblioteca do Convento.

Espectáculo!!

(Mas é como diz o outro... "Elas não matam, mas ajudam...").